quinta-feira, 27 de maio de 2010

domingo, 21 de março de 2010

Eu, fotógrafa


A natureza sempre é fonte de inspiração. E o Rio tem paisagens exuberantes. Essa foto foi tirada no dia 07 de fevereiro de 2010 de dentro do carro no viaduto que liga a Barra a São Conrado.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Uma estória que poderia ser a história de qualquer um


Esta é uma estória que já foi publicada no meu outro blog (yoneabelaira.multiply.com)e que, hoje, incluo neste espaço.

Sete Voltas: Da Série Performances: 4- Além de cantar, também já dancei no Youtube (clique aqui e veja o filme)


Sete Voltas: Da Série Performances: 3- Além de cantar, também já dancei no Youtube

Da Série Performances: 3 - Alegria Sem Ressaca

Nós também temos o nosso bloco de Carnaval, a Banda Alegria Sem Ressaca. A banda quer chamar atenção contra os abusos de álcool e outras drogas, nessa época em que as estatísticas tradicionalmente registram aumento no consumo e abuso dessas substâncias. Idealizada pela ABRAD (Associação Brasileira de Alcoolismo e Drogas) a banda divulga um carnaval sem álcool super animado. Este ano, a banda comemora os bons resultados da Lei Seca no trânsito. Em 2009, a madrinha foi a atriz Solange Couto. Em 2010, Luiza Tomé. O maestro Quintanilha, do Cordão da Bola Preta, também leva seus músicos para animar a festa.

Da Série Performances: 2 - CoralemSY

Como sempre, a família se reúne e apronta. No ano passado, resolvemos criar um coral. Minha irmã é regente e sugeriu um repertório para apresentarmos no Natal para o restante da família. Criamos uma conta no Youtube (procurar por CoralemSY) que mostra a nossa brilhante performance. Passado o Natal, continuamos os ensaios, com novo repertório. Aguardem novos atrevimentos!

Da Série Performances: 1 - A Campanha está nas ruas.




O Carnaval e o Concurso de Marchinhas da Fundição Progresso já acabaram, mas todos nós sabemos que a campanha eleitoral para elegermos o próximo presidente já estava nas ruas desde antes desses dois eventos. Portanto, este post ainda é atual.
Vejam nos links abaixo as duas versões da nossa contribuição. Divirtam-se com o nosso mico do ano.

http://www.youtube.com/watch?v=OX1VQk-sM78

http://www.youtube.com/watch?v=NsSUqs1XM18


Abaixo, a história completa.
MARCHINHA DO ZÉ (OU QUEM DIRIA? O ZÉ NÃO QUER!)
HISTÓRICO
* QUANDO O ZÉ ERA OUTRO Toda música tem uma história. A Marchinha do Zé também. Só que a dela começou há quase cinquenta anos, quando meu pai, o velho Saulo, que tocava de ouvido (como ele mesmo fazia questão de avisar), compôs no violão uma marchinha de Carnaval. Era um diálogo imaginado por ele entre o então presidente Jânio Quadros e seu amigo e secretário particular José Aparecido. A crítica à arrogância dos que deteem o poder era o tema da canção. Logo que o 5º Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas da Fundição Progresso começou a ser divulgado, sugeri as minhas irmãs,Yedda e Yoná, compormos uma marchinha nos mesmos moldes, já que o tema continua tão atual, apesar de passados quase 50 anos. O diálogo fictício de agora se passa entre Lula e certo ex-ministro da Casa Civil que, caso não tivesse sido acusado de participar do conhecido mensalão, certamente seria o candidato do Presidente a sua sucessão. Aí nasceu a Marchinha do Zé.
Além da oportunidade de participar do Concurso, a Marchinha do Zé tem como objetivo homenagear nosso querido pai, o velho Saulo, um barnabé que viveu 83 anos sem perder a capacidade de se indignar com os abusos e os desmandos na política, mas que também, como nós, cultivou o bom humor e a alegria, ingredientes indispensáveis a uma boa marchinha de Carnaval.
Yone de Carvalho Abelaira.

segunda-feira, 8 de março de 2010

Hoje é Dia de Bethânias e Canôs


No Dia Internacional da Mulher, os meios de comunicação costumam exaltar as incontáveis qualidades e o valor da mulher na sociedade. NesTe dia, muitas são lembradas como exemplo de força e coragem. Para mim, o dia 08 de março também é um pouco dia das mães, pois o exemplo mais próximo que tive de mulher guerreira foi ela, que me trouxe à luz e moldou grande parte do que hoje sou. Hoje, esse sentimento se fez mais forte, quando vi o abraço de Maria Bethânia em Dona Canô flagrado por Angeluci Figueiredo. A foto revela a expressão serena da mãe recebendo o chamego da filha querida e a alegria da filha retribuindo o amor que recebeu durante toda a vida. As mãos entrelaçadas remetem a uma sensação tão forte de carinho, respeito e proteção mútuos, que seria impossível dizer quem é mais cais e quem é mais porto nessa viagem que as duas enfrentam com tanta dignidade. Parabéns a elas, parabéns ao fotógrafo, à coluna Gente Boa, e a todas as Bethânias e Canôs anônimas que, diariamente, ensinam ao mundo a beleza e a força de um gesto de amor.
Yone de carvalho Abelaira.
Rio, 08 de março de 2010.
A foto que inspirou este post é de autoria de Angeluci Figueiredo, publicada no jornal O Globo, na coluna Gente Boa, do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos e que está, interinamente, sendo produzida por Cleo Guimarães)

terça-feira, 2 de março de 2010

DEVASSA NELES!



Pode parecer piada, mas garanto que não é. Não foi ontem, nem no mês passado. Há uns quatro anos, estava eu na sala de espera de um médico e resolvi passar o tempo lendo uma dessas revistas de fofoca sobre “celebridades”, que são colocadas lá para que a gente não note que eles estão mais de uma hora atrasados e que, provavelmente, não vai dar mais tempo de ir ao banco, de pegar filho na escola, de encontrar o namorado, muito menos de evitar levar uma bronca do chefe. As matérias da revista eram iguais as de hoje, mas o que mais me chamou a atenção foi um anúncio de página inteira de uma marca de acetona, que como todos nós sabemos, serve para tirar o esmalte das unhas que, por sua vez, ficam nas extremidades dos nossos dedos. Um doce para quem adivinhar o que continha a foto do anúncio. Uma mulher de calcinha e sutiã.
Sabemos que não é de hoje que os publicitários brasileiros, tão aclamados internacionalmente, usam a imagem da mulher de forma excessiva e equivocada. Um exemplo dessa superexposição são as bundas em calcinhas minúsculas que transitam por toda a cidade no vidro traseiro dos ônibus, anunciando clínicas de estética e depilação.
Uma prática da publicidade que também considero equivocada é o estímulo ao consumo de álcool pelos jovens (vide Ronaldo fazendo propaganda de cerveja). E aí, não é só a publicidade que pratica esse crime. O reality show mais assistido no país exibe todas as quartas e sábados, durante três meses do ano, porres homéricos dos participantes, na maioria jovens, com direito a cenas grotescas e humilhantes.
Isto posto, vamos ao que interessa. Para meu espanto, ontem, o Conar (Conselho de Autorregulação Publicitária) notificou a Schincariol em função de ações de consumidores, do próprio Conar, da Secretaria Especial de Defesa da Mulher (um órgão federal, ligado à Presidência da República) e, claro, da Cervejaria Petrópolis (Cerveja Itaipava), contra a propaganda da cerveja Devassa, protagonizada pela herdeira famosa Paris Hilton, todos incomodados com o “apelo sexual excessivo” da peça publicitária. Convenhamos que ninguém acredita que foi para zelar pelos bons costumes que as ações foram sugeridas, não é mesmo? Acho que quem está precisando de uma “devassa” é a relação do Conar com a Cervejaria Petrópolis.
Quem também está merecendo ser alvo de uma devassa total é o Poder Judiciário. Recentemente, descobriram o superfaturamento na construção do Palácio da Justiça do Distrito Federal. Hoje, outro escândalo. A Segunda Vara Federal de Mato Grosso decidiu devolver aos “donos”, acusados de tráfico internacional de drogas, uma Ferrari, que vale quase dois milhões de reais, uma Mercedes, uma BMW, uma Corvette, um Lamborghini e uma moto Ducati, todos apreendidos numa operação da Polícia Federal, no ano passado. A justificativa é que o Poder Judiciário não tem condições de conservar os veículos e que eles podem se deteriorar, pois estão em local aberto. Os “donos” se “comprometem” através de um documento, a não usar, ceder, ou vender os veículos. E a Justiça acredita! Documento assinado por suposto marginal é coisa séria, não é mesmo? E a Justiça vai fiscalizar, é claro!
Nos últimos dias algumas personalidades do setor público (Arruda) e do privado (Mara Mac) foram indiciadas por desvio de dinheiro público e por crime de sonegação, respectivamente. Duvido que paguem pelos seus crimes, pois já é costume a Polícia Federal investigar, prender e a Justiça soltar.
De todas essas situações, incluindo seus personagens, é difícil afirmar quem é pior, mas com certeza não é o comercial que mostra Paris Hilton de micro vestido preto, rebolando na janela. Desta vez, pelo menos, os publicitários conseguiram ser menos devassos que os meritíssimos, os políticos e os empresários.


Rio, 02 de março de 2010.
Yone de Carvalho Abelaira.


DEVASSA:

ADJETVO: LIBERTINO, DEGENERADO, DEPRAVADO, DESPUDORADO, IMORAL, INDECENTE, OBSCENO, PERVERTIDO, PORNOGRÁFICO, SACANA, SAFADO, SENSUAL, VOLUPTUOSO

SUBSTANTIVO: APURAÇÃO MINUCIOSA DE ATO CRIMINOSO

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

D asérie Parecências 5

Jornalista Neide Duarte Dustin Hoffman


Da série Parecências 4

Cesar Cielo Carolina Dickman





Da série Parecências 3

Serginho BBB10 Rodrigo Santoro em Carandiru














Da série Parecências 2



Elenita BBB 10 Jussara Freire




Da série Parecências 1



São parecidos, ou não?

Di Cesar BBB 10 e Paulo Maluf

Tessália, Tony Blair e o Poetinha


Vinícius de Moraes, nosso "grande poetinha", deixou uma imensa, belíssima e irretocável obra, entre canções e poesias. Ontem, ouvindo a interpretação da Fernanda Abreu, fixei-me numa pequena frase da música "A Tonga da Mironga do Kabuletê". Contam os livros e enciclopédias virtuais que a expressão é um xingamento em Nagô, língua de origem africana, e que foi usada na canção como prococação aos militares, que não a censuraram por imaginarem tratar-se de palavras desconexas, sem qualquer significado. Mas não foi ela que me chamou a atenção, e sim o verso "você que entra e não cabe".

É óbvio que ninguém aqui está falando de massa corporal. Estamos falando de noção, aquela que ninguém deveria sair de casa sem. Porém, acho que ninguém é capaz de afirmar que nunca se sentiu "não cabendo" em algum lugar, ou em alguma situação. Se você tem noção, desconfiômetro, é claro que sacou logo que aquela não era a sua praia e tratou de "vazar" rapidinho, certo? Melhor que isso, com certeza já recusou um convite feito por pura educação, a fim de evitar "não caber" em determinado lugar. Pois é assim que acontece com a maioria das pessoas.

Uns mais, outros menos, todos nós temos um grau de desconfiômetro. E quem são nossos termômetros nessas ocasiões? Na maioria das vezes, nós mesmos. Em alguns casos, um amigo, um parente e, às vezes, até uma crainça, já que ela não pensam para falar e falam o que pensam.

Um exemplo recente de termômetro foi o que experimentou, ontem, a Tessália, do BBB 10. A menina entrou e, mesmo tendo não sei quantos seguidores na Internet, o povo achou que ela não cabia e defenestrou a coitada da casa, com 78 por cento dos votos.

Uma criatura que entrou e não cabe - pelo menos é assim que pensa o escritor Paulo Coelho - foi o ex primeiro-ministro britânico Tony Blair, que foi convidado pelo governador Sérgio Cabral a ser consultor do Rio de Janeiro nas Olimpíadas de 2016. Zuenir Ventura, outro grande escritor e jornalista, concorda com o nosso mago. Historicamente, eu tendo mais a concordar com os escritores, e menos com os políticos.

Enfim, não faltam exemplos de gente que entrou e não coube na vida pública e na vida de cada um de nós. E, neste caso, cabe a nós mandá-los pra "Tonga da Mironga do Kabuletê".


Yone de Carvalho Abelaira

Rio, 03 de fevereiro de 2010.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

UM MÊS ESPECIAL


O mês de dezembro sempre foi muito especial para mim e a responsável por isso foi a minha mãe. Com salários minguados, ela e meu pai nem sempre tinham condição de atender aos pedidos que os quatro filhos despejavam todo ano nas cartinhas para Papai Noel, mas mesmo assim, ela fazia o Natal ser especial.
Mamãe incentivava em nós toda a fantasia que envolve essa data e, por isso, pasmem, acreditei no Bom Velhinho até os meus dez anos de idade. E agradeço muito a minha mãe por isso, pelas lindas lembranças de Natais maravilhosos em que ansiávamos pela noite do dia 24 e a manhã do dia 25. Íamos para a cama envoltos numa aura de mistério e excitação tão grande que demorávamos horas para dormir, na tentativa de flagrar Papai Noel trazendo nossos presentes.
Mesmo com alguma dificuldade, morando de aluguel e fazendo empréstimo a juros com o Seu Adão, dono da quitanda, meus pais sempre garantiam pelo menos um item da nossa cartinha. Se tinha a boneca Amiguinha, com certeza vinha uma boneca. Não era a Amiguinha, mas que também era linda. Se tinha patins Estrela, que tinha freio e amarrava na parte de cima dos pés, vinha patins. Não era Estrela, mas era o Bandeirantes, que não tinha freio e prendia os pés num encaixe lateral. Foi com ele que tatuei meus joelhos para sempre nas ruas do Grajaú.
Além do brinquedo da carta, apareciam, misteriosamente, vários outros presentinhos enfileirados no chão, ao lado da cama, que, anos depois, eu e meus irmãos ficamos sabendo que eram dados por colegas de trabalho da minha mãe e que ela escondia muito bem escondidos para, na noite de Natal, aumentar o prestígio do Papai Noel. E assim foram nossos Natais, e todos os dias de nossa infância, cheios de alegria, com muito amor e harmonia.
Minha mãe vivia e trabalhava para ajudar meu pai no sustento da casa e dar educação e boa alimentação para os filhos. Às vezes não entendíamos por que ela trabalhava, diferente das mães dos nossos coleguinhas que ganhavam os tais patins da Estrela e bicicletas Caloi e não aquelas bicicletas importadas, com freio contra-pedal, de segunda mão, que o papai comprava não sei onde. A vantagem disso é que sempre tínhamos mais de uma, e não dava briga na hora que eu queria sair de bicicleta e meu irmão mais velho também.
Mesmo trabalhando, minha mãe paparicava os filhos. Toda noite, antes de dormir, ela nos levava um copo de leite gelado, cheio de açúcar, reflexo da sua paixão por doce. Ela era uma formiguinha, mesmo. De manhã, penteava meus cabelos e antes de sairmos para a escola, preparava nosso café da manhã, que variava entre ovo quente, mingau de sagu e bife na manteiga. Ninguém fazia um bife igual àquele! E olha que ela era fraquinha na cozinha. O arroz era empapado e o feijão era aguado, mas o bife.....
Diferente da sua quase inoperância na cozinha, mamãe costurava muito bem e, frequentemente, fazia nossas roupas. Também era muito criativa. Por pura falta de tempo, nossas fantasias de Carnaval eram sempre improvisadas. Lembro de um ano em que ela pegou duas toalhas de rosto e costurou-as em cima e dos lados e nos vestiu de índios. Pintou-nos com batom e costurou algumas penas num pedaço de fita para fazer o cocar.
Papai reclamava dos paparicos dela com os filhos de tanto carinho e amor que nos dedicava. Dizia que era “mamãezada” demais. Mas ele reclamava de barriga cheia. Ela sempre foi sua grande cúmplice e companheira. Morria de ciúmes dele, mesmo depois de cinqüenta anos de casados.
Foi guerreira a vida inteira, principalmente nos últimos anos de vida, época em que lutou bravamente contra o câncer. Hoje, faria 87 anos e nos deixou há dez anos, quatro dias depois do seu aniversário, justo no mês de dezembro, o mês que ela transformava nossas vidas numa linda festa.
Aos meus irmão, com carinho,
Yone.


OS: Todos os filhos de mães como a minha afirmam que teem, ou tiveram, a melhor mãe do mundo. Acho que essa sensação vem do fato de termos a certeza de que, independentemente do que somos, ou fazemos, existe alguém que nos ama mesmo assim.

sexta-feira, 27 de novembro de 2009

O coco na praia e a reforma ortográfica


A reforma ortográfica está me confundindo e criando certos embaraços. O que posso pensar quando leio a seguinte notícia: "Coco representa 60% de detrito retirado de praias"?É claro que todos sabem que o saneamento básico do Rio é precário e que a rede de esgostos deixa muito a desejar, mas imaginar que 60% dos cariocas e turistas que sujam as praias da cidade estão fazendo delas a sua "casinha" particular, aí já é demais! Isso tudo porque eu não sei mais escrever nem coco, nem coco! Alguém me ajuda???

sábado, 21 de novembro de 2009

Festa a Fantasia

Eu de Malvina Cruela, e meu par de consultor de moda masculina, Julinho Rego. Vejam o álbum completo na minha página do Orkut.

Marchinha do Zé

Assistam ao vídeo da Marchinha do Zé, inscrita no Concurso Nacional de Marchinhas da Fundição Progresso


http://www.youtube.com/watch?v=OX1VQk-sM78


MARCHINHA DO ZÉ (OU QUEM DIRIA? O ZÉ NÃO QUER!)

HISTÓRICO

* QUANDO O ZÉ ERA OUTRO
Toda música tem uma história. A Marchinha do Zé também. Só que a dela começou há quase cinquenta anos, quando meu pai, o velho Saulo, que tocava de ouvido (como ele mesmo fazia questão de avisar), compôs no violão uma marchinha de Carnaval. Era um diálogo imaginado por ele entre o então presidente Jânio Quadros e seu amigo e secretário particular José Aparecido. A crítica à arrogância dos que deteem o poder era o tema da canção.
Logo que o 5º Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas da Fundição Progresso começou a ser divulgado, sugeri as minhas irmãs,Yedda e Yoná, compormos uma marchinha nos mesmos moldes, já que o tema continua tão atual, apesar de passados quase 50 anos. O diálogo fictício de agora se passa entre Lula e certo ex-ministro da Casa Civil que, caso não tivesse sido acusado de participar do conhecido “mensalão”, certamente seria o candidato do Presidente a sua sucessão. Aí nasceu a Marchinha do Zé.
P: Ô Zé “DIRsaparecido”.
Z: Sim, Presidente.
P: Você quer governar este País?
Z: Não, Presidente.
P: Qual é? Qual é?
Z: Você sabe como é...
Pode ser até que eu goste.
Tu elege até um poste,
mas eu acho que não dá...
Não dá!!! Não dá!!!
Tô querendo é me safar
do homem da capa preta.
Ele acha que eu fiz mutreta...
Deixa ela em meu lugar

*HOMENAGEM
Além da oportunidade de participar do Concurso, a Marchinha do Zé tem como objetivo homenagear nosso querido pai, o velho Saulo, um barnabé que viveu 83 anos sem perder a capacidade de se indignar com os abusos e os desmandos na política, mas que também, como nós, cultivou o bom humor e a alegria, ingredientes indispensáveis a uma boa marchinha de Carnaval.