quinta-feira, 1 de março de 2012

O RIO COMO CUPIDO


FOI ASSIM


Meu pai era mineiro. Viveu oitenta e três anos, sendo que mais da metade no Rio de Janeiro. Sua primeira visita à cidade não foi a passeio. Saiu de Santa Rita de Caldas, cidadezinha no sul de Minas, quase na divisa com São Paulo, com a missão de levar de volta o filho de um fazendeiro amigo do meu avô, que estava internado na Colônia Juliano Moreira e que havia desaparecido. A Colônia era um hospital psiquiátrico que ficava em Jacarepaguá, Zona Oeste da cidade. Um dos meus tios morou aqui por uns tempos. Precisando de cuidados médicos, internou-se na Colônia e lá, reconheceu o tal sumido, escrevendo aos pais para contar o paradeiro do rapaz.
Enquanto cumpria as exigências burocráticas para levar o sujeito de volta a Santa Rita, meu pai hospedou-se na pensão da D. Aurora, no bairro do Engenho Novo, uma casa de família em que meu tio, mais tarde, passou também a alugar um quarto. D. Anita tinha duas filhas e gostava de prosear com os inquilinos. Meu pai, um língua solta, como dizia minha mãe, contou-lhe sua origem e despertou um certo interesse na dona da pensão em relação às suas filhas. Sabendo que ele era filho de um boticário importante do interior de Minas, além de ser dono da fábrica de doces e de vinhos do local, tratou de facilitar a aproximação dele com uma de suas meninas. Não teve sucesso com meu pai. Porém, trinta anos depois, recebemos a visita de uma moça morena de olhos verdes, que se dizia filha do tio Celso. O nome dela era Norma e, para ser honesta, era muito parecida com o meu tio, que já havia morrido. Naquela época ainda não haviam desenvolvido o teste de DNA para comprovação de paternidade, portanto, nunca tivemos certeza de nada.
No bonde 72- Meier, a caminho da pensão da D. Anita, meu pai se distraía observando o movimento das ruas e as pessoas que passavam. Foi do 72 que notou a morena bonita encostada no portão que dava para o sobrado em cima da peixaria, na rua Barão do Bom Retiro, no Grajaú. Era lá que morava minha mãe, que ao vê-lo passar no bonde, também se encantou com o rapaz de jeito tímido e chapéu quebrado na testa.
Naquela tarde, depois de um dia de trabalho, minha mãe tinha ido ao portão esperar minha tia que vinha trazer as pilhas do aparelho de surdez da minha avó. Papai resolveu descer no ponto seguinte, mesmo que isso significasse estar a várias quadras do seu costumeiro destino. Aproximou-se com seu jeito calmo e puxou assunto. Os esses pronunciados entre a língua e os dentes, sem o chiado carioca, denunciaram que ele era de fora. Conversaram sobre o que normalmente as pessoas costumavam falar num primeiro encontro, lá nos remotos anos 40. Meu pai contou o estranho motivo de sua vinda e disse que pretendia retornar a passeio, no mês seguinte. Ao final do encontro, com uma reverência comum daquela época, acenou para minha mãe levantando o chapéu com a mão Foi aí que ela pôde ver que, além da moda, havia um motivo especial para tanta elegância: ele era careca!
Minha mãe sempre foi muito desconfiada. Parecia até que a mineira era ela. Achou que a promessa de voltar ficaria só na vontade. Porém, a cada amanhecer renovava a esperança de que seus temores não se confirmassem. Dominava-lhe aquele desejo, negado em tom de esperança, com que as mulheres comumente tentam se proteger das desilusões. “Careca aos vinte e cinco anos? Ele certamente mentiu a idade! Onde já se viu! Deve ser casado”, pensava ela.
Passadas algumas semanas daquela viagem de trem para entregar o fugitivo são e salvo aos parentes que o aguardavam, papai resolveu que havia chegado o momento de deixar Santa Rita de Caldas. Continuar ali significava que seu futuro seria ser, no máximo, o filho do Seu Guilherme, o farmacêutico. Numa família de treze irmãos, mesmo sendo o pai o respeitado boticário da cidade, poucos são os filhos escolhidos para estudar fora. Como era um dos mais novos, cursou apenas o ensino primário, que era traduzido por ele como a faculdade que concluíra aos onze anos de idade. Daquele momento em diante, a cidadezinha seria para ele, uma fértil lembrança e uma eterna e grata saudade.
Mudou-se para o Rio de Janeiro em 1947. Gostava muito de dançar e freqüentava os bailes do Clube do América, time que escolheu para torcer. Desde moço já demonstrava simpatia pelos menos favorecidos. Era um homem pacífico e ingênuo também. Num de seus primeiros passeios, resolveu olhar do alto a cidade que escolheu para passar o resto de sua vida. Subiu sozinho o morro do Andaraí, bairro próximo ao Grajaú, e distraiu-se olhando a paisagem e o céu cheio de estrelas. Foi acordado de seus devaneios por um estranho.
- O senhor não é daqui, certo?
- Não, respondeu meu pai, vim só apreciar a paisagem
- Vou lhe dar um conselho, moço. É melhor o senhor descer logo, pois aqui é muito perigoso.
Meu pai agradeceu ao estranho e rapidamente deixou o morro a caminho de casa. Acho que foi a partir desse dia que começou a virar carioca. Trocou o morro pela praia, onde fomos muitas vezes nadar e pescar cocoroca. A presença do mar foi muito forte na vida da nossa família, graças ao fascínio que exercia sobre esse mineiro que decidiu adotar o Rio como sua casa e lutar pela vida nesta cidade. Naquela viagem de trem de volta a Santa Rita de Caldas, seu desejo já era o de conquistar o Rio e aquela morena que ainda o esperava no portão.

Yone de Carvalho Abelaira
Rio de Janeiro, 20 de maio de 2003.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Caindo a Ficha


Todos os dias, no caminho do trabalho, passo por uma "comunidade carente" que é margeada por um rio que vcs vêem nesta foto. Em outra parte, às margens desse rio, os moradores despejam todo o tipo de lixo. São, principalmente, entulho de obras e restos de mobília. São muitos os restos de armários e até sofás inteiros que vejo na beira deste rio. A Comlurb não retira esse lixo, que vai acumulando ao longo do tempo e quando uma chuva bem forte desce, o entulho e os sofás vão parar dentro do rio que, naturalmente, transborda, alaga as casas dos moradores que perdem tudo, inclusive o sofá novo. Depois de algum tempo, os moradores dessa comunidade compram novo sofá, e aquele estragado pela chuva vai parar na beira do rio. Resumindo: quem lucra com a falta de saneamento básico, de limpeza urbana e de educação são as Casas Bahia.

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Extra! Extra


Notícias na área da saúde dão conta de que os psicólogos do Rio estão faturando a rodo desde a passeata do PSDB em Copacabana, no último domingo. É que as criancinhas ficaram tão traumatizadas com a visão de Serra abraçado ao Ferreira Gullar, que caem em pranto convulsivo cada vez que a mãe ameaça levá-las à praia

domingo, 24 de outubro de 2010

Metáfora




Caro leitor, cara leitora.

Imagine-se no sofá da sua casa, num domingo à noite, com a tigela de pipoca recém saída do micro-ondas (já que hoje ninguém que eu conheça faz mais pipoca no fogo) preparando-se para assistir à final do concurso de Miss Brasil.
As três finalistas disputam, além da coroa, do cetro e do manto, o posto de mulher mais bonita do país. Às que ficarem em segundo e terceiro lugares restará o consolo de um prêmio em dinheiro e o título de princesas.
Depois de muitos discursos emocionados, e muito suspense, anunciam, enfim, a terceira colocada. Louvam sua postura durante todo o evento, sua beleza e seu fair play. Em seguida vem a pausa para os comerciais. Você levanta, vai à geladeira, pega algo para beber e volta ao sofá, esperando o clímax da noite.
Antes do tão esperado veredicto, é de praxe que o apresentador encha mais um pouco de linguiça, exaltando as qualidades das duas beldades que pleiteiam o título máximo da beleza brasileira. É nessa hora que o inusitado acontece e você leva um baita susto. Não acredita no que está vendo e ouvindo.
Apesar de o sujeito que escolheram para apresentar o evento ser um profissional tarimbado, de grande credibilidade junto ao telespectador, já tendo apresentado vários concursos de beleza, para o seu espanto, resolve, sem avisar, subverter a ordem do concurso e tenta interferir diretamente na escolha dos jurados. Dirigindo-se a eles, faz comparações entre as duas candidatas e, acintosamente, cobre de elogios uma delas, enaltece sua beleza e exalta sua inteligência e simpatia, ao mesmo tempo em que, sem o menor constrangimento, aponta supostos defeitos na beleza e na postura da outra durante o concurso. Aquela cena é tão absurda que você chega a engasgar com a pipoca. Como pode um apresentador que, como o próprio nome diz, deveria apenas apresentar as finalistas, portar-se dessa maneira tão tendenciosa? Onde já se viu um profissional que tem como função mostrar o desempenho das candidatas para que o júri escolha a que considera melhor, tentar interferir dessa forma nessa decisão? Nesse ponto você está tão indignado pelo fato de que quem está apresentando o concurso, e que você imaginou isento, estar tentando usurpar do júri o direito de decidir quem é a melhor candidata, que a pipoca já travou na garganta e o refrigerante esquentou. Você quer mudar de canal, mas só aquele transmite o desfile. Revoltado, você assiste até o fim, na certeza que, se há justiça neste mundo, o júri vai saber escolher a mais bonita, sem levar em conta o surto do apresentador. Mais tarde, descobriram o motivo do descontrole. O apresentador viveu um romance de oito anos com a candidata pela qual mostrou preferência e seu objetivo era reatar com ela. Sabia que se ela ganhasse, saberia recompensá-lo por tê-la ajudado e, quem sabe reatariam por, no mínimo, mais quatro anos. O que não se faz por amor!!!!!

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Queridos leitores, este texto é uma metáfora de como me sinto lendo o jornal O Globo todos os dias da campanha presidencial. Não temos opção de leitura isenta neste país. Realmente, não há liberdade de imprensa no Brasil. Para os leitores, é claro. Por favor, libertem os jornalistas!!!!!

Yone de Carvalho Abelaira
Rio, outubro de 2010

sábado, 23 de outubro de 2010

BOLINHA DE SABÃO


Versão livre da música
Bolinha de Sabão
de Orlandivo

Na calçada, em Campo Grande, com Gabeira e a patotinha
Tum plec tum blim
Topei com uma turminha
Tum plec tum blim
Que acertou uma bolinha
Tum plec tum blim
Bem no meu carecão
(Repetir a estrofe)

Comecei a chorar
Achei que ia morrer
Quando alguém me ligou
E pediu pra eu exagerar
Foi então que eu vi como o PSDB
Cria um factóide pra TV
Ser ator é bom
Mas o que eu quero, então
É ser presidente da nação

Quem tem mais de quarenta anos conhece a melodia.
Quem é mais novo pode ouvi-la em
http://migre.me/1IXnl

Yone de Carvalho Abelaira
Outubro/2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Bolinhas

Com as bolinhas que me atiras, construirei minha fantasia de Marina Silva para o Carnaval de 2010.
Assinado: José Serra

Yone Abelaira
Outubro de 2010.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Da Série Parecências 8



E o ator Murilo Rosa? Não lembra o Rei RC?

Da Série Parecências 7



Veja como a atriz Mayana Neiva, que interpreta a personagem Desirée na novala Ti Ti Ti, se parece com a Rosinha, noiva do Zé Carioca.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Com Carinho


No Dia do Mestre, quero dar os parabéns a todos os professores, em especial aos que, quando eu era pequenina, ajudaram meus pais a formar em mim valores como ética, honestidade, solidariedade, tolerância, respeito e amor ao próximo, independente de seu credo, cor de pele, ou religião. Agradeço à D. Maria de Lourdes e à D. Cacilda, que me ensinaram a ler e a escrever. À Tia Landa, minha tia e minha madrinha, que me levava para escola e me dava aulas na casa dela quando eu tirava nota baixa. Agradeço aos que me impuseram limites, para que eu pudesse aprender a respeitar o limite do outro. Agradeço aos professores/amigos que me aturaram na faculdade. Obrigada, também, aos que me ensinaram, além de Matemática e Química, a gostar de um bom livro e a cultivar bons amigos. Feliz Dia do Mestre a todos.
Gostaria de registrar, também, que tenho muito orgulho da minha filha, uma excelente professora, super dedicada, responsável e consciente do seu papel na vida de seus alunos.
Yone Abelaira
Rio, 15 de outubro de 2010.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

SE ELES PODEM EU TAMBÉM POSSO




Além de tudo o que já foi dito contra a Dilma e o Lula, fico imaginando como vai ser o discurso dos eleitores de Serra caso ele seja eleito. Provavelmente vão dizer que “agora, sim! O país vai se moralizar. A política vai voltar a ser ética. Agora teremos um líder arrojado, que vai fazer o Brasil crescer, vai erradicar a miséria, cuidar do meio-ambiente, investir em educação, saneamento, segurança, transporte e saúde de qualidade para TODOS. Foi isso que o governo do PSDB fez em oito anos de governo, não foi mesmo? Criou emprego, aumentou salários, diminuiu o desmatamento? Provavelmente, acreditam que no governo Serra não vai haver maracutaia, conchavos, compra de votos, coisas que também não aconteceram nos dois governos de FHC, correto?
O discurso dos que votam em Serra é parecido com o do Marcelo Madureira, que disse que o Lula transformou a “política numa coisa de chacota. Impressionante como a política foi desmoralizada”, disse ele no Manhatan Conection, programa do canal GNT, de 03 de outubro. Só faltou ele dizer que o governo Lula inventou a sacanagem! Como diria o Sr. Antero (vide Passione) ora, faça-me o favor! Talvez ele imagine que o Serra sendo eleito, a política no Brasil vai se enobrecer. Será que ele conhece mesmo o Serra? Será que ele viveu no Brasil nos anos FHC? Dos anos de engavetamento de denúncias contra o governo? Da compra de votos para aprovar a reeleição? Vamos combinar que ninguém é santo nessa história. Queremos um governo ético? Claro que sim! Queremos o fim da roubalheira? Claro que sim! Mas não venham me dizer que o Serra é um exemplo de honestidade e ética e solução para a corrupção. Que FHC é algum santo!
No mesmo programa, o humorista chamou o presidente Lula de “vagabundo e picareta”. Incrível como é esse mesmo profissional que se junta a tantos outros para reivindicar mais liberdade de imprensa. Ele merece mesmo alguém como o Serra, apoiado por FHC. Até se parece com este no linguajar. Lembram-se quando o ex-presidente chamou os aposentados de vagabundos também? Acho que são da mesma escola. E o recalcado e patético Diogo Mainardi rindo das sandices desse humorista de merda.
Numa democracia todos têm direito de emitir suas opiniões, declarar seu voto, explicitar suas preferências, mas do Marcelo Madureira, que deve se achar um grande formador de opinião, eu esperava um discurso mais inteligente, menos primário. Em que ele se baseia para afirmar que a juventude do Brasil vai demorar décadas para se recuperar dos malefícios, que ele afirma, foram causados pelo governo Lula? Tenho certeza de que não é na opinião dos milhares de jovens que se beneficiaram com o PróUni, nem na de outros tantos que ingressaram nas escolas técnicas e universidades criadas durante o governo Lula nos últimos oito anos. Nem na opinião das famílias que hoje têm emprego, comida na mesa, porque ingressaram na classe média com os programas do governo. Para quem quer comparação entre governos, aí vai um link muito útil. (http://is.gd/fROqJ).
No Twitter, o “ator” Vitor Fasano escreveu a seguinte pérola “Alguém me explica qual é a vantagem de 35 milhões de pessoas subirem para a classe média? Só se for para vender mais uno Mille”. Caro Fasano, a vantagem é que, além de tantas outras coisas, significa ter mais gente com acesso à arte e à cultura e ir ao cinema, ao teatro e pagar o seu sustento, sua anta! Entendeu, ou quer que eu desenhe? Qual o problema desse rapaz com o Uno Mille? Não tem nada inteligente para escrever? Vai abraçar uma árvore, vai!
Para responder a todos os textos que li nos últimos tempos esculhambando o presidente Lula e a candidata Dilma, este texto é muito pouco, mas é a minha opinião. E se o Marcelo Madureira, e tantos outros podem, eu também posso.
Quem gostou, pode divulgar. Quem não gostou, vota no Serra, e não reclama depois!!!!
Yone Abelaira.
Rio, 11 de outubro de 2010.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Da Série Parecências 6

Rafinha Bastos do CQC e o famoso psicanalista Eduardo Mascarenhas

domingo, 25 de julho de 2010

Currículo

CURRICULUM VITAE
Yone de Carvalho Abelaira


Cidade: Rio de Janeiro, RJ

Contatos:
yoneabelaira@yahoo.com.br
Site: www.yoneabelaira.multiply.com/journal

Objetivo Profissional

Buscar novas oportunidades, aprender novos conceitos e ampliar a experiência acumulada. Na área administrativa: planejar, desenvolver e/ou executar atividades que permitam aplicar as experiências adquiridas em diversas funções de gerência exercidas durante a vida profissional. Na área de comunicação: consolidar o conhecimento adquirido na formação acadêmica, principalmente no que se refere à comunicação empresarial. Trabalhar em ambiente que privilegie o potencial criativo de seus colaboradores e inclua a comunicação como ferramenta de crescimento da empresa.

Qualificações e Habilidades

Vasta experiência nas áreas administrativa e financeira, chegando a exercer cargo de diretoria durante cinco anos.
Experiência de dois anos como redatora de newsletter mensal de uma agência de viagens.
Experiência no gerenciamento e motivação de equipes ao longo de dez anos.
Jornalista formada em 2004, reg. JP2917RJ, com experiência de quase dois anos na comunicação interna e externa de empresa de médio porte do ramo de Turismo.
Domínio do MS Office (Excel, Word e Power Point).
Usuária de Internet, Outlook Express. Page Maker.
Usuária do Sistema TRAMS, Client Base e Quickbooks.
Conhecimento de rotinas administrativas e noções das rotinas de RH.
Redação própria.
Facilidade de lidar com o público.
Capacidade de assumir responsabilidades.
Agilidade na tomada de decisões.
Facilidade de falar em público.
Criatividade.

Experiência Profissional

Gerente 18/07/2005 - 02/04/2007
Nice Trip Viagens e Turismo Ltda
Gerenciamento da equipe de vendas (agentes de viagens).
Gerenciamento dos recursos financeiros (aplicações financeiras, pagamento de contas, pagamento de funcionários, negociação de contrato com fornecedores e prestadores de serviço).
Gerenciamento de pessoal (escalas de férias, escalas de trabalho, reuniões de vendas).
Controle do inventário.
Responsável pela comunicação interna e externa da empresa e pela elaboração de texto mensal para a newsletter.
Controle de vendas e criação de todas as planilhas de controle da empresa.

Diretora Financeira 10/07/1997 - 02/09/2002
Caberj - Caixa de Assistência à Saúde
Responsável por toda a área financeira da empresa.
Orientação ao Conselho Deliberativo quanto à aplicação dos recursos disponíveis da empresa no mercado financeiro.
Negociação com bancos, fornecedores e prestadores de serviços.

Gerente Titular 08/09/1975 - 09/07/1997
Banco do Estado do Rio de Janeiro
Exercidos todos os cargos de uma agência bancária, inclusive no setor de Tesouraria.
Como gerente titular: gerenciamento dos recursos financeiros e de pessoal, aplicação de recursos financeiros da empresa e dos clientes, buscando melhor rentabilidade.
Atendimento aos diversos públicos da empresa.


Formação Acadêmica

Comunicação Social – Jornalismo 01/2001 - 12/2004
UNESA
Curso de Comunicação Social, com ênfase em Jornalismo.
Coeficiente de Rendimento durante todo o curso (CR) : 9,3.

Educação Física 01/1974 - 12/1975
UFRJ
Aprovada no vestibular unificado em oitavo lugar.
Curso incompleto por necessidade de trabalho e horários incompatíveis.

Magistério 01/1971 - 12/1973
Instituto de Educação
Professora de Ensino Fundamental.

Cursos
1
Assessoria de Imprensa 05/07/2004 - 14/07/2004
UNESA
2
Produção e Reportagem de Rádio 06/07/2004 - 15/07/2004
UNESA
3 Inglês 1999 - 2001
Brasas English Course - Advanced Certificate
4
Innovative Negotiation Strategies 24/04/2001
HSM Palestrante: William Ury
5
Introdução à Matemática Financeira 11/06/1991 - 03/07/1991
BANERJ
6
Chefia e Liderança 1986
BANERJ
7 Inglês 1968 - 1972
Cultura Inglesa

Idiomas
Inglês intermediário.

Atividades Pessoais

Trabalho voluntário como Instrutora de Internet para a Terceira Idade, na UNESA, em julho de 2004.
Habilidades em trabalhos manuais, como confecção de bijuterias, artesanato em cabaça e sucata.
Dança.

quinta-feira, 27 de maio de 2010

domingo, 21 de março de 2010

Eu, fotógrafa


A natureza sempre é fonte de inspiração. E o Rio tem paisagens exuberantes. Essa foto foi tirada no dia 07 de fevereiro de 2010 de dentro do carro no viaduto que liga a Barra a São Conrado.

quarta-feira, 17 de março de 2010

Uma estória que poderia ser a história de qualquer um


Esta é uma estória que já foi publicada no meu outro blog (yoneabelaira.multiply.com)e que, hoje, incluo neste espaço.

Sete Voltas: Da Série Performances: 4- Além de cantar, também já dancei no Youtube (clique aqui e veja o filme)


Sete Voltas: Da Série Performances: 3- Além de cantar, também já dancei no Youtube

Da Série Performances: 3 - Alegria Sem Ressaca

Nós também temos o nosso bloco de Carnaval, a Banda Alegria Sem Ressaca. A banda quer chamar atenção contra os abusos de álcool e outras drogas, nessa época em que as estatísticas tradicionalmente registram aumento no consumo e abuso dessas substâncias. Idealizada pela ABRAD (Associação Brasileira de Alcoolismo e Drogas) a banda divulga um carnaval sem álcool super animado. Este ano, a banda comemora os bons resultados da Lei Seca no trânsito. Em 2009, a madrinha foi a atriz Solange Couto. Em 2010, Luiza Tomé. O maestro Quintanilha, do Cordão da Bola Preta, também leva seus músicos para animar a festa.

Da Série Performances: 2 - CoralemSY

Como sempre, a família se reúne e apronta. No ano passado, resolvemos criar um coral. Minha irmã é regente e sugeriu um repertório para apresentarmos no Natal para o restante da família. Criamos uma conta no Youtube (procurar por CoralemSY) que mostra a nossa brilhante performance. Passado o Natal, continuamos os ensaios, com novo repertório. Aguardem novos atrevimentos!

Da Série Performances: 1 - A Campanha está nas ruas.




O Carnaval e o Concurso de Marchinhas da Fundição Progresso já acabaram, mas todos nós sabemos que a campanha eleitoral para elegermos o próximo presidente já estava nas ruas desde antes desses dois eventos. Portanto, este post ainda é atual.
Vejam nos links abaixo as duas versões da nossa contribuição. Divirtam-se com o nosso mico do ano.

http://www.youtube.com/watch?v=OX1VQk-sM78

http://www.youtube.com/watch?v=NsSUqs1XM18


Abaixo, a história completa.
MARCHINHA DO ZÉ (OU QUEM DIRIA? O ZÉ NÃO QUER!)
HISTÓRICO
* QUANDO O ZÉ ERA OUTRO Toda música tem uma história. A Marchinha do Zé também. Só que a dela começou há quase cinquenta anos, quando meu pai, o velho Saulo, que tocava de ouvido (como ele mesmo fazia questão de avisar), compôs no violão uma marchinha de Carnaval. Era um diálogo imaginado por ele entre o então presidente Jânio Quadros e seu amigo e secretário particular José Aparecido. A crítica à arrogância dos que deteem o poder era o tema da canção. Logo que o 5º Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas da Fundição Progresso começou a ser divulgado, sugeri as minhas irmãs,Yedda e Yoná, compormos uma marchinha nos mesmos moldes, já que o tema continua tão atual, apesar de passados quase 50 anos. O diálogo fictício de agora se passa entre Lula e certo ex-ministro da Casa Civil que, caso não tivesse sido acusado de participar do conhecido mensalão, certamente seria o candidato do Presidente a sua sucessão. Aí nasceu a Marchinha do Zé.
Além da oportunidade de participar do Concurso, a Marchinha do Zé tem como objetivo homenagear nosso querido pai, o velho Saulo, um barnabé que viveu 83 anos sem perder a capacidade de se indignar com os abusos e os desmandos na política, mas que também, como nós, cultivou o bom humor e a alegria, ingredientes indispensáveis a uma boa marchinha de Carnaval.
Yone de Carvalho Abelaira.